terça-feira, 25 de novembro de 2008

IV Unidade e Recuperação !!!


Aviso para galera da recuperação:


Os assuntos para a prova de recuperação serão os mesmos da prova da IV Unidade. Segue abaixo indicação de capítulos e temas: Qualquer dúvida postem ou enviem scrap para o orkut.


Bjos !!!


6º ano (5ª série)


Cap. 13 *Ocidente Medieval: Sociedade Feudal


Cap. 14 *Ocidente Medieval: Cristandade e Cultura


7º ano (6ª série)


Cap. 15 *Antigo regime Europeu


8º ano (7ª série)


Cap. 14 *Segundo Reinado


Cap. 15 *Crise do Império


9º ano (8ª série)


Cap. 13 *Regime Militar no Brasil


Cap. 16 *Brasil Contemporâneo




TCC - Como escolhi meu tema: Tráfico negreiro e Povos da África !!!


Após a promulgação da Lei 10.639/03 os livros didáticos de História passaram a incluir em seus capítulos assuntos abordados a temática da história e da cultura afro-brasileiras de forma mais aprofundada. Durante a escolha de livros para 2008 priorizei uma coleção na quais estes temas já estivessem presentes e que o seu estudo fosse contínuo. Escolhido o livro estava ansiosa para começar as discussões em sala de aula. Até porque por estar localizada em uma área periférica a escola possue em sua maioria alunos afro-descendentes que não conhecem a história dos seus antepassados e não se reconhecem como tal.
Tudo aconteceria a partir do 6ª ano que teria como temais centrais A escravidão Africana e Povos da África. Apesar de não ter tido grandes surpresas as discussões que eu esperava serem tímidas simplesmente não aconteceram, pois os alunos não entendiam o conceito de escravidão. Inicialmente procurei trabalhar esta dificuldade para depois concentrar-me na escravidão africana e em alguns povos específicos que vieram neste período para o Brasil.
Percebi que os alunos não conseguiam conceber uma forma de escravidão anterior à praticada no Brasil além de restringir todos os povos a um único reino: Angola. Não conseguiam perceber a dimensão continental da África e a contribuição para a formação da sociedade brasileira.
Diante deste quadro não consegui fazer de conta que nada demais estava acontecendo e trabalhar o conteúdo de maneira mecânica reproduzindo o que aprendemos à vida inteira na escola. Quando durante a minha Especialização escolhi o tema para o Projeto de Intervenção Pedagógica não consegui imaginar outra coisa que não situar meus alunos na história da África desde o 6ª ano com os temas mencionados acima para enfim conseguir realizar aquelas discussões tão esperadas nos anos seguintes.
E quando comecei a ler sobre o assunto pude perceber que apesar do acesso em minha graduação à duas disciplinas com temáticas africanas a dimensão da sua história é gigantesca e a partir daí entreguei-me à esta pesquisa com muito mais vontade.
Os estudantes atuais têm uma relação cultural que às vezes nos deixam atônita. Uma simples música pode interagir com eles de uma forma muito mais eficaz do que várias aulas planejadas. Explicando o tema surgiu um aluno com esta frase que faz parte de uma música de uma banda de pagode baiano: “... se assuma ser negão é massa...”. E isto gerou uma discussão pertinente ao assunto, pois não basta apenas meu interesse pela temática ela tem uma aplicabilidade imediata no contexto social em que leciono. Eles passarão a perceber que seus antepassados têm história apesar da negação de tantos anos e elevarão o seu grau de auto-estima o que os ajudará na difícil tarefa de serem afro-descendentes em um país hipocritamente racista.A partir da realidade do 6ª ano delimitei o meu tema de pesquisa de 1595-1600 anos iniciais desta viagem, destacando como se dava este transporte e a distribuição destes africanos além de nomear os reinos que mais escravos enviaram e suas particularidades. Observando de forma específica durante este mesmo período a escravidão africana em Salvador então capital do Império.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Auto-avaliação !!!


Sempre nos reunimos em educação para definir o que é avaliar, de qual forma, atendendo á quem? E mesmo com diversos conceitos, análises, troca de experiências chegamos á uma conclusão: para avaliar não existe uma maneira definida,mas, sim adequações à cada indíviduo trabalhado e com este inserido em um todo.
E por termos passado por uma ducação tradicional, a avaliação acaba se resumindo ao quantitativo, se obtemos sucesso ou fracasso apesar de todas as disucussões realizadas sobre esta temática. Então no momento em que surge a oportunidade de se auto-avaliar ficamos tentados a atribuírmos uma nota dez para a nossa prática. Afinal de contas trabalho, estudo, família etc por todas estas dificuldades deveríamos sempre ter um dez no final.
Mas, após tantas discussões, não cabe mais continuar praticando a mesma maneira de avaliar com o quantitativo se sobressaindo. E na construção do meu conhecimento na disciplina Educação e Contemporaneidade pude acrescentar ao meu fazer pedagogico várias práticas antes desconhecidas para mim. Repensei o que estava sendo feito e apartir daí tive a oportunidade de mudar o que era necessário. Conversei sobre as discussões realizadas com outros colegas e acabamos promovendo conversas muito produtivas entre a maioria do corpo docente que sentiu a necessidade destes momentos de reflexão. Pude também definir o que vou priorizar nesta construção.
E após tantos debates teóricos o blog foi o lugar onde pude descarregas às energias e através dele fazer reflexões sobre aspectos relevantes do meu fazer pedagogico. Inicialmente foi difícil,mas, no decorrer do curso descobri o prazer de "postar" e com certeza este espaço continuará como lugar de construção e reflexão acerca do conhecimento. Mais como ainda deve constar na nossa educação um nota quantitativa atribuo ao meu processo 9,5 por conta de tudo vivenciado, experimentado e com certeza atribuído à minha prática daqui por diante.


Bjos !!!

domingo, 5 de outubro de 2008

Novo layout !!!

Atendendo à pedidos: MUDEI O LAYOUT do meu blog. Ainda estou me acostumando,mas, para um educador é assim mesmo: ouvir e atender às necessidades que apareçam.
Denise obrigada pelas críticas, sugestões e carinho sempre. Ahhhhh !!! Bjos para Hildete e Noenil também. Que bom encontrá-las no meu caminho !!!

sexta-feira, 3 de outubro de 2008


"Há três tipos de professores: os que só ensinam o que sabem; os que não ensinam o que sabem; os que pensam que sabem e ensinam errado o que não sabem." (Rio Nogueira)

Da brincadeira de criança à vida real: sou professora e daí?

Uma das lembranças mais fortes da minha infância é a brincadeira de professora pois eu tinha sala, quadro, giz e alunos (meus coleguinhas coitados). Durante o "2º grau" resolvi fazer Magistério e me senti realizada. Depois de terminar o curso procurei escola para ensinar mais sempre recebi respostas negativas. Então fui me distanciando da minha "brincadeira de criança" que eu pensava ser a minha profissão e comecei a trabalhar na área administrativa de uma empresa de computadores. Durante este período achei que estava adormecida a velha professora,mas, hoje quando lembro o cuidado que eu tinha em ensinar alguém que tinha acabado de chegar, ou que tinha mudado de função vejo que sempre esteve presente no meu dia-a-dia administrativo.

Quando decidi prestar vestibular, procurei um cursinho e as aulas de História sempre foram as que mais me chamaram à atenção e conversando com um professor daquela época perguntei o que ele achava da faculdade de História, ele me disse que sendo um bom profissional independente da área você sempre terá o seu espaço. Então resolvi que iria seguir minha vontade apesar da minha prática naquela época me direcionar para outro caminho. Fiz o vestibular, passei, cursei e cada vez mais fui me distanciando do que não estava ligado à educação. Hoje me sinto realizada em estar trabalhando inteiramente na área e conseguir desenvolver um bom trabalho.

Durante este curso de especialização venho realizando diversas atividades que acrescentam na minha prática pedagógica pois instigam meus "conceitos prontos" e me fazem repensar que educação eu quero trabalhar com meus alunos.

Após tantas leituras e conversas formais e informais além da experiência em sala de aula cheguei à conclusão que quero uma educação participada para os meus alunos de forma que eles estejam inseridos na sociedade de forma atuante e consciente dos vários papeis por eles desempenhados todos os dias. Pretendo atuar de maneira clara, objetiva, transparente e deste jeito formar pessoas que transformem o mundo em que vivem através de seus exemplos de sucesso conquistados através da educação.

E para isto me permito experimentar novas tecnologias, novas práticas, novos meios de acesso à educação e de que forma? A utilização deste blog é uma delas, pois apesar da criação dele estar associada à uma disciplina do curso de especialização descobri que é uma ferramenta muito importante para a educação pois através dela podemos trocar experiências, recados, deixar lembrentes, fazer reflexões etc. A disciplina Educação e Contemporaneidade me propiciou um acesso à leituras que foram pertinentes ao meu momento profissional e que me fizeram adquirir novos conhecimentos além de participar de discussões que enriqueceram minha trajetória.

Se a escola mudou, porque o professor não pode mudar também? Este novo profissional da educação não pode ser estático, ele tem que se movimentar, criar, experimentar, discutir, relacionar, ele não pode nem dever ser o "dono da verdade" ele deve ser o fio condutor que irá ajudar os seus alunos no objetivo maior de ambos que é a construção do conhecimento.

A minha trajetória vem sendo construída através dos alunos, responsáveis, colegas, professores enfim de todas as pessoas que fazem parte da minha vida profissional e que de uma forma ou de outra vem somando experiências que estão me ajudando na tarefa á qual eu me propus: ser um agente da educação.

Alunos especias, professores especiais?


Quando cheguei no primeiro dia de aula em uma turma de 5ª série e me deparei com uma aluna com paralisia cerebral fiquei assustada confesso,mas, depois desta surpresa inicial pensei que como educadora esta seria uma oportunidade maravilhosa. Durante o contato inicial fiquei sem saber como agir, afinal de contas a graduação não te habilita para esta convivência. Quando estudamos as disciplinas pedagógicas não estudamos como proceder em casos como estes. Se o aluno apresentar interesse nesta área da educação ele deverá procurar um curso que o habilitará especificamente o que pode não ocorrer por vários motivos. Hoje faço curso de especialização em História da África e Cultura Afro-Brasileira e não optei por um em Educação Especial por uma questão de custo e não metodológica e sinto falta desta habilitação para lidar com Liliane, a aluna especial que citei no inicio. Ela acompanha o conteúdo tranquilamente, só exigindo uma atenção especial no momento da avaliação, isto porque ela não acompanha o ritmo acelerado dos seus colegas, precisa de mais tempo e atenção, o que é adaptado não só por mim mais por outros professores também.
Às vezes questiono se o método utilizado está correto, se é o melhor caminho,mas, quando a observo atenta, participando das aulas tenho a certeza que estou no caminho certo. Sempre tenho a atenção de conversar com outros profissionais sobre o que acontece na minha sala de aula para uma troca de experiências e em uma dessas conversas Noemi professora do 2º ano do fundamental I relatou a experiência dela com Yuri um aluno especial (autista) quando ela estava ensinando a classe durante a aula de matemática divisão, ela utiliza o lúdico durante suas explicações e sem surpresa alguma ela disse que ele foi um dos alunos que mais assimilou o assunto. O que mais chamou minha atenção nesta conversa é que em nenhum momento ela o subestimou, ao contrário, ela disse que desde que estimulando da maneira correta ele irá produzir qualquer coisa que o professor proponha e para isto o lúdico tem papel fundamental. Não nos faz bem vestirmos os personagens de coitadinhos, temos que ir em frente e estimulá-los a produzir como qualquer outro aluno da classe. E esta experiência acontece em uma escola de periferia o que para muita gente pode parecer uma surpresa.
Em outra conversa que mais tarde eu transcreveria para servir de base desta postagem, uma outra professora chamada Ana Carla que trabalha com alunos com Síndrome de Down também no 2º ano do Fundamental II na escola Lápis de Cor relatou sua experiência com estes alunos da seguinte maneira: "Desenvolver atividades com crianças portadoras de necessidades especiais (Síndrome de Down) não é tão diferente como com as crianças ditas aparentemente "normais". O professor precisa respeitar os limites de cada aluno pra que os seus objetivos sejam alcançados. Inserir jogos e brincadeiras é muito importante pois, os mesmos possuem uma inquietação natural sendo necessário prender a atenção deles de alguma forma tornando o aprendizado prazeroso. Gabriela (uma das alunas às quais me refiro) é uma criança bastante amorosas ao mesmo tempo agressiva, o que é característica que todos os dows possuem. porém, é bastante gratificante ensinar crianças especiais pois você aprende constantemente. A construção do conhecimento destas crianças precisa apenas de uma visão especial do professor pois existe uma necessidade de ver, pegar, sentir, construir, para melhor compreender, daí a importância da utilização do lúdico na aprendizagem."
Isto é estimulante pois passamos a compreender que a nossa prática pode fazer a diferença e pode nos fazer alcançar o objetivo maior que é a construção do conhecimento de todos os tipos de alunos. O professor não pode ter receios em experimentar, criar, enfim, em praticar a educação e no final o saldo será uma experiência a mais para troca em seu "baú" de experiências.

terça-feira, 30 de setembro de 2008

O meu projeto !!!

Quando decidi ser educadora sempre tive em mente dedicar-me de corpo inteiro à esta tarefa e não medir esforços com relação à atualizações, experiências, enfim, tudo que pudesse ser somado à minha prática. Durante toda a graduação sempre tive certa resistência às disciplinas pedagógicas, no meu entender daquele momento, tudo estava muito distante da sala de aula.


Que bom pude perceber após minha real experiência em sala de aula, pois até então eu só tinha estágios no meu curriculum, que esses direcionamentos pedagógicos são muito importantes para a prática pedagógica do professor e eles estão diretamente ligados às nossas escolhas.


Ontem lendo o texto "A escola como espaço sócio-cultural" de Juarez Dayrell pude repensar a minha prática e como encaixá-la de forma positiva na escola onde leciono. Após a leitura deste texto repensei o papel do professor, do aluno e até da própria escola. O que é conhecer? O que é avaliar? São várias questões presentes nas salas de aulas de cursos de graduação e especialização sem respostas. Apesar de tantas propostas, poucos são aqueles professores que estão dispostos a estudar, começar de novo, experimentar. E eu tenho certeza que sou uma delas. Quando comecei a pensar no meu TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) sempre tive em mente algo aplicável na minha sala de aula que pudesse ser testado e quem sabe aprovado, e sempre pronto para novas intervenções sempre que necessário.


O conhecimento e todas as formas de adquiri-lo estão presentes no meu fazer pedagógico através de leituras sobre novas abordagens existentes, prática em sala de aula respeitando cada individuo na sua especificidade e a partir do momento em que procuro meios para estimular o processo do conhecimento seja através de um curso de graduação ou leituras na minha própria casa.


Tudo que é referente ao conhecimento me interessa e muito e por isso tenho a certeza que todo conhecimento adquirido ao longo dos anos dentro e fora da sala reflete diretamente no meu fazer pedagógico, evitando o que domina, maltrata, excluí, prevalecendo sempre a experiência, a troca de conhecimento, o escutar além do ouvir.


Eu como educadora não posso considerar que conhecimento é algo e que prática em sala de aula ou fora de aula seja outra. O objetivo entre eles é comum: a construção do conhecimento na relação aluno-professor. E esta concepção está me ajudando bastante na elaboração do meu TCC na medida em que consigo construitr com meu aluno a melhor forma de aprendizado sobre uma temática tão importante como a Escravidão Africana, onde ele tem oportunidade de se expressar através de textos, júris simulados, filmes, poesias, músicas, internet, ferramentas que foram sendo testadas e aprovadas por eles mesmos e que no final da etapa me presenteram com um resultado positivo que tenho absoluta certeza que uma verdade pronta sem questionamentos não iria me fornecer nunca.


Uma vez alguém me disse que um professor "Não desiste nunca". Será? Tenho certeza pois antes de tudo somos educadores que estão preocupados com o outro e na construção do conhecimento que será também da vida dos nossos alunos.



sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Eu professora todo dia? O que eu quero? O que eles querem de mim?



"Defeitos não fazem mal, quando há vontade e poder de os corrigir." Machado de Assis


Sempre tenho esta frase na minha cabeça quando vejo que algo não está bem na minha prática pedagógica. O ser humano esta pronto para receber elogios,mas, críticas nunca e aí está uma das nossas maiores dificuldades como educadores pois aceitar o erro para corrigi-lo não é sinal de fraqueza como muitos pensam, mais sim de amadurecimento. Nós professores não somos os detentores da verdade e a nossa formação não nos habilita ao dia-a-dia, aos problemas, às adequações exigidas pela escola e pelos pais. Não temos o poder de fazer os nossos alunos se apaixonarem pelas nossas disciplinas. Será? Acredito que podemos fazer isso sim depende da nossa mobilidade em repensar conceitos prontos, práticas ultrapassadas, preguiça, achismos, enfim tudo que possa atrapalhar o nosso crescimento profissional.

Revendo os modelos de escolas nos textos de Maria Lúcia de Arruda Aranha retirados do livro Filosofia da Educação consegui identificar várias práticas ditas tradicionais e tecnicistas inseridas nas escolas que eu trabalho atualmente, em professores com os quais convivo e até em mim mesma apesar de nunca ter me visto dessa mesma forma antes. daí lembrei de perguntas postas pela professora Josely da Argumento Pós Graduação na aula passada: O que eu quero? O que eles querem de mim?

Cheguei á conclusão que eu quero formar seres reflexivos, com opiniões próprias e sem vergonha de pô-las para fora e após algumas conversas com eles pude perceber que eles querem ser orientados mais de uma maneira amiga sem a utilização da imagem autoritária do professor. Este passaria a ser um amigo que não transmitiria conhecimento da disciplina mais sim também conhecimento para a vida.

A discussão me fez acrescentar no dia-a-dia o escutar mais atentamente o que meus alunos tem à me dizer para desta forma conseguir alcançar os nossos objetivos que no final das contas são os mesmos: Educar e ser educado da melhor maneira possível.

Bjos e bom fds !!!

Adequando-se às novas tecnologias - Construção e Utilização de um Blog!!!


"Mudar é dificil mas é possivel." Paulo Freire


As chamadas "novas tecnologias" estão aí por toda parte e já fazem parte do dia-a-dia dos nossos alunos. Sejam através de orkut, msn, blog etc. E mesmo tendo um contato inicial com elas, fiquei surpresa e ao mesmo tempo assustada com "a missão" de criar um blog para mim. Por que será? Fiquei imaginado durante um bom tempo o que bloqueava esta construção e cheguei à conclusão que o medo do novo nos intimida,mas, não podemos deixar isso acontecer, pois o professor deve estar sempre pronto para experimentar novas idéias e depois compartilhar suas experiências com os colegas. E quando li esta frase de Paulo Freire acima realmente vi que mudar nossas práticas PRECISA ser possível para que a educação não fique tão distante do aluno, sem fazê-lo perceber que a tecnologia pode sim caminhar junto com a educação ou melhor estimulá-la e até mesmo complementá-la.

Quando li o texto de Conceição Aparecida Pereira Barbosa e Claudia Aparecida Serrano "O Blog como ferramenta para a construção do conhecimento e aprendizagem colaborativa" percebi que o Blog funciona como uma ferramenta de auxílio à aprendizagem e que as práticas pedagógicas estarão inseridas de forma a aproveitar esta ferramente da melhor forma possível. E este espaço para divulgação de conteúdos, análises, trocas de experiências e "tira dúvidas" faz com que o conhecimento seja adquirido além das 5 aulas diárias, do espaço da sala de aula, enfim, se estende de maneira clara, simples, objetiva. Cria uma cumplicidade entre o escritor e o leitor que acaba ajudando na construção do conhecimento ativamente com seus comentários. Baseada em tudo isso, sentei, acessei, confesso que quebrei um pouco a cabeça inicialmente,mas, enfim consegui e as três primeiras postagens foram um teste que acredito ter dado certo.
Conversei com alguns alunos que acessaram o meu Blog e para minha surpresa me deram várias dicas de construção e utilização do espaço inclusive com complementação de conteúdo, dicas, lembretes e indicaram o seu próprio Blog como modelo para a minha utilização o que achei muito legal.

É, a tarefa inicial já está feita e na minha opinião bem apesar do tropeço inicial, agora é aguardar para ver este espaço se tornar o nosso ponto de encontro para troca, complemento, dúvidas, desabafos, críticas, elogios, afinal de contas ele é nosso !!!

segunda-feira, 1 de setembro de 2008


Inicio de semana e começa tudo de novo. Agora vou enviar o endereço do meu blog para meus companheiros de especialização para começar a troca de idéias online. Elaborei provas e agora estou ansiosa esperando uma resposta que preciso que venha positiva pois irá me ajudar muito mais nesta especialização. Como sempre uma sugestão: Mais um filme: agora se voce trabalhar o tema Escravidão Africana vale a penas passar para seus alunos a cena 11 do filme que retrata muito bem como acontecia o tráfico negreiro e a partir desta cena você pode direcionar uma discussão bastante positiva com sua classe. Bjos e até amanhã !!!

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Mais um dia !!!


Amores,

Mais um dia de trabalho com muita agitação,mas, quem mandou escolher ser professora? Mais agradeço à Deus tudo de bom que ele me oferece até estes momentos que servirão como aprendizado.

Sugestão de filme: Para o tema Imperialismo na Àsia assistam O Último Samurai é maravilhoso.

Bjos !!!

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Enfim consegui !!!


Ufa, criação de blog não é a mais fácil das tarefas não apesar de todo manejo com o micro,mas, enfim deu certo e estamos aqui para começar este passeio no mundo virtual. Amanhã tenho mais aulas e conto no final do dia quais as novidades das salas de aula de duas quintas séries danadas. Bjocas !!!